20 de mai. de 2010

Know how

O know how adquirido na Gestão do Ponto de Venda e merchandising das marcas contribui de forma significativa para o conhecimento ampliado de informação operacional de marketing para os gestores de marcas e produtos.
Os programas de visibilidade desenvolvidos contribuem significativamente para ampliar o impacto das marcas e produtos junto dos consumidores.
As equipas de vendas vêm o seu trabalho apoiado por equipas especializadas de merchandisers, potenciando o contacto com o ponto de venda e aumentando as vendas.
A continuidade da presença dos merchandisers aprofunda a relação de confiança com os gestores dos pontos de venda, incentiva a apetência pelos produtos das marcas e a negociação de espaços para a presença das marcas em montras, esplanadas e locais específicos dos pontos de venda gera maior mancha de visibilidade e impacto junto dos consumidores.

15 de mai. de 2010

DICAS! de GC

SHOPPER E CONSUMIDOR

A diferença básica entre ambos reside no fato de o shopper ser o responsável pela compra na loja, e o consumidor ser o usário do produto. Muitas vezes, o shopper também é o consumidor, mas há ocasiões em que isso não acontece. Fraldas são exemplo clássico. Quem compra é a mãe (shopper), mas destinam-se ao bebê (consumidor).
Na aplicação do GC, os maiores esforços têm sido para entender o shopper, pois é ele quem vai à loja e decide a compra. “O primeiro passo para implantar a ferramenta é conhecer a segmentação que ele faz da categoria e como decide o que vai levar. Se errarmos aí, erramos todo o processo”, afirma Wagner Picolli, gerente de GC da Nielsen.

POR QUE CONHECER A CLASSE SOCIAL
Saber qual nível econômico predomina entre o público da loja é importante na definição do sortimento. “Mesmo numa rede, cerca de 80% do mix das filiais é básico – corresponde aos itens mais vendidos –, mas 20% são dedicados às marcas, segmentos e versões preferidas do shopper daquela unidade”, esclarece Picolli. Assim, quando a maioria for das classes D/E, o sortimento poderá ter mais opções voltadas para preço. Já nos supermercados para classes A/B, destacam- se itens mais caros, como os importados.

PORQUE CONHECER A FAIXA ETÁRIA

Segundo a consultoria Sense Envirosell, especializada em GC, a informação ajuda a entender o padrão de consumo do cliente. A shopper jovem normalmente compra itens para uso próprio, enquanto aquela de faixa etária maior realiza compras para a família. No primeiro caso, é provável que a mulher ainda não se preocupe tanto com a saúde. Já as mais velhas avaliam teor de gordura, sal e açúcar, visando a alimentos saudáveis para marido e filhos. Essa informação ajuda ainda a identificar versões a serem privilegiadas.

PORQUE CONHECER O SEXO DO PÚBLICO
Saber se predominam homens ou mulheres ajuda a entender a forma como um produto é adquirido. De acordo com a Sense, os hábitos entre os dois sexos são diferentes. O público masculino valoriza itens associados ao prazer de consumo, como vinhos. Ao saber a participação de cada um nas compras, é possível planejar melhor ações e promoções.

12 de mai. de 2010

Cooperativa

Origem do Cooperativismo:


A ação cooperativista pode ser vislumbrada nas mais diversas experiências comunitárias, ocorridas em tempo e espaços distintos, ao longo da história da humanidade. Sob a égide do comunitarismo, onde a propriedade dos meios de produção é coletiva, podem ser vistas como modalidades não convencionais de cooperativismo a república jesuíta dos Guaranis, no Paraguai, os sistemas do capulli e de altpetlalli, dos aztecas; os ejidos, mexicanos; os hayllus, dos incas; as zadrugas, na Sérvia e na Bósnia; o mir, na Rússia; os kibutzin, em Israel; a experiência comunal do beato José Lourenço, afilhado do Padre Cícero, na fazenda Caldeirão, em Juazeiro, ou, ainda, de Antônio Conselheiro, em Canudos.
Não obstante, de modo formal, situa-se a origem do cooperativismo na Inglaterra, em 1844, no Toad Lane (Beco do Sapo), na pequena cidade de Rochdale, pelas mãos de 28 tecelões, que criaram uma pequena cooperativa de consumo. Com uma proposta exequível e portando-se de modo crítico às experiências mal sucedidas dos precursores do cooperativismo - intitulados de "socialistas utópicos" - (John Bellers, Fourier, Robert Owen, Louis Blanc, William King, Phillipe Buchez) e guiados pelo ideal de que " a justiça e a associação devem superar a injustiça e o individualismo da sociedade capitalista", os pioneiros de Rochdale basearam-se nos seguintes princípios:
Formação de um capital social para emancipação dos trabalhadores, viabilizado pela poupança resultante da compra comum de alimentos;
Construção ou aquisição de casas para os cooperados;
Criação de estabelecimentos industriais e agrícolas voltados à produção de bens indispensáveis à classe trabalhadora, de modo direto e a preços módicos, assegurando, concomitantemente, trabalho aos desempregados ou mal-remunerados;
Educação e campanha contra o alcoolismo;
Cooperação integral, com a criação gradativa de núcleos de comunidades piloto de produção e distribuição, que seriam multiplicados através da propaganda e do exemplo, visando a fundação de novas cooperativas.
O modelo cooperativista de Rochdale foi surpreendente e a disseminação do seu ideal foi imediata. Na França, em 1848, operários criaram cooperativas de produção e na Alemanha e Itália surgiram as primeiras cooperativas de crédito.
No final do primeiro ano de atividades, a cooperativa de Rochdale aumentou de 28 para 180 libras o seu capital integralizado. Em 1855, já possuía 1.400 associados. O progresso demonstrado pela experiência foi responsável pela rápida expansão do cooperativismo de consumo: em 1881, já existiam mil cooperativas deste tipo, contando com, aproximadamente, 550 mil cooperados.
Hoje, o cooperativismo no mundo cresce a passos largos, desempenhando o seu desígnio de atenuar as contradições do capitalismo internacional. Nos E.U.A, 60% da população participam de algum tipo de cooperativa, que reúnem mais de 150 milhões de pessoas; no Canadá, 45% da população (12 milhões de pessoas) ; na Alemanha, 20% da população (20 milhões de pessoas) , sendo que 80% dos agricultores e 75% dos comerciantes; na França, 20% da população (10,6 milhões ).